A arquitetura técnica muda quando o consumidor final deixa de ser humano.
A transição para o modelo b2a exige uma revisão de como estruturamos a informação. Não é mais sobre criar páginas para atrair cliques de usuários.
Agora a gente precisa alimentar motores generativos com dados limpos. O código passa a ser uma conversa direta com as inteligências artificiais.
Isso muda o peso do que construímos na base do sistema. A marcação de dados ganha um papel central para garantir que as máquinas interpretem o contexto exato.
Quem focar apenas na interface visual vai perder relevância no cenário zero click.
Como a sua equipe técnica lida com essa nova exigência estrutural?
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