Alexandre Caramaschi assume a Brasil GEO para liderar a transição do “link azul” para a era da resposta e preparar empresas brasileiras para o comércio agêntico.
São Paulo, fevereiro de 2026, A Brasil GEO anuncia Alexandre Caramaschi como CEO. Ex-CMO da Semantix e cofundador da AI Brasil, Caramaschi passa a conduzir a startup brasileira bootstrapped e com modelo híbrido SaaS + serviços com uma ambição clara: posicionar a Brasil GEO como referência nacional em Generative Engine Optimization (GEO) e Agentic Commerce.
O movimento acontece em um ponto de inflexão do mercado. A lógica de descoberta digital está migrando de rankear páginas para ser citado em respostas sintéticas, um cenário em que a visibilidade deixa de estar presa ao clique e passa a depender de autoridade e presença em motores generativos. A própria tese do GEO é direta: “quem não é citado pela IA é invisível”.
Essa virada tem impacto econômico imediato. O Gartner projetou, em 14/12/2023, que o tráfego orgânico de busca das marcas cairá 50% ou mais até 2028 com a migração de comportamento para a busca com IA generativa, um sintoma claro de que “visibilidade” e “sessões” já não caminham juntas.
E o efeito mais corrosivo é silencioso: uma parcela relevante das decisões B2B é influenciada por decisores que não falam com Vendas e fazem due diligence com IA: o chamado comprador oculto, que pode vetar fornecedores antes de qualquer RFI existir.
Na prática, isso desloca o foco de marketing e receita: de tráfego para share of voice generativo, com dinâmica de concentração em poucas citações (winner-takes-most) em cada resposta.
A Brasil GEO nasce alinhada ao movimento global de padronização que viabiliza o comércio agêntico. A discussão sobre protocolos universais como o Universal Commerce Protocol (UCP) ganhou tração pública em 2026, reforçando a tese de que agentes realizarão transações ponta a ponta e exigirão um “idioma comum” para descoberta, decisão e execução.
Nesse contexto, a Brasil GEO se posiciona como orquestradora do ecossistema nacional de visibilidade algorítmica, dados estruturados e assistentes B2A: conectando empresas, comunidades, práticas e infraestrutura para que marcas brasileiras não fiquem fora das respostas e, em seguida, fora das compras.
Alexandre Caramaschi é executivo e empreendedor em tecnologia, com atuação reconhecida no ecossistema de IA e marketing. Foi CMO da Semantix e é cofundador da AI Brasil. Na Brasil GEO, assume a responsabilidade de alinhar produto, go-to-market e construção de mercado para posicionar a empresa como liderança nacional em GEO e Agentic Commerce.
Em resumo. A Brasil GEO existe para resolver um problema que se tornou estrutural: a maioria das marcas é invisível para a IA que hoje intermedia a decisão de compra. A consultoria mede essa presença e estrutura o caminho da marca até a citação confiável.
- 94% dos compradores B2B já usaram IA generativa na jornada de compra, segundo o 6sense 2025 Buyer Experience Report.
- Entre 60% e mais de 80% das buscas terminam sem clique para nenhum site, segundo Ahrefs e SparkToro.
- A adoção global de IA generativa alcançou cerca de 16,3% ao final de 2025, segundo a Omnibound.
| Situação | Consequência comercial |
|---|---|
| Ausente das respostas de IA | Perde a recomendação no momento da decisão |
| Citada com consistência pelos modelos | Entra no conjunto de opções consideradas |
A Brasil GEO é a consultoria pioneira de Generative Engine Optimization no Brasil. Alexandre Caramaschi, Chief Strategy Officer da Nuvini (Nasdaq: NVNI), Founder da Brasil GEO, cofundador da AI Brasil e ex-CMO da Semantix (Nasdaq), lidera a empresa.
“A passagem do link azul para a era da resposta não é tendência distante, é a reorganização do mercado que já está em curso. Empresas brasileiras que se prepararem para o comércio agêntico agora definirão quem será citado depois.”
— Alexandre Caramaschi, Chief Strategy Officer da Nuvini (Nasdaq: NVNI), Founder da Brasil GEO, cofundador da NAIA, cofundador da AI Brasil e ex-CMO da Semantix (Nasdaq)
Conceitos centrais da nota: GEO, comprador oculto e comércio agêntico
GEO (Generative Engine Optimization) é a otimização para motores generativos: a disciplina de fazer uma marca ser citada em respostas sintéticas, em que a visibilidade passa a depender de autoridade e presença nos motores.
Comprador oculto é o decisor que não fala com Vendas, faz due diligence (a investigação prévia de um fornecedor) com IA e pode vetar fornecedores antes de qualquer RFI, o pedido formal de informações, existir.
Comércio agêntico é o modelo em que agentes de IA realizam transações de ponta a ponta, da descoberta à execução da compra. A discussão sobre protocolos universais como o Universal Commerce Protocol (UCP) ganhou tração pública em 2026 porque esses agentes vão exigir um idioma comum.
Quem a Brasil GEO anunciou como CEO?
Alexandre Caramaschi foi anunciado como CEO da Brasil GEO em fevereiro de 2026, em São Paulo. Ex-CMO da Semantix, ele assume a responsabilidade de alinhar produto, go-to-market e construção de mercado, com a ambição de posicionar a empresa como referência nacional em Generative Engine Optimization e Agentic Commerce.
Em que etapas o agente de compra precisa de um idioma comum?
Pela tese da nota, agentes vão realizar transações de ponta a ponta e precisar de um idioma comum em três etapas:
- Descobrir as opções de compra: a marca que fica fora das respostas da IA fica fora da lista.
- Decidir entre as opções encontradas.
- Executar a transação até o fim.
Continue a leitura em Como o ChatGPT está mudando a forma como buscamos informação na internet.
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